Programa

Aula 1. 2af., 14 Junho: Governança para a Saúde Global 

HOLST, J. (2020), “Global health – emergence, hegemonic trends and biomedical  reductionism”, Globalization and Health 16(42), pp.1-11. 

BIEHL, J., PETRYNA, A. (2014), “Peopling Global Health”, Saúde e Sociedade 23(2),  pp.376-389. 

KIERNAN, P., “1902-2002: 100 anos de panamericanismo” em  https://www.paho.org/es/quienes-somos/historia-ops/1902-2002-100-anos panamericanismo

BIRN, A. et al, Textbook of Global Health (2017), capítulo 2 “Between International  and Global Health: contextualizing the present”, pp.43-88. 

Complementar: 

História da OPAS: https://www.paho.org/es/quienes-somos/historia-ops 

MACIOCCO, G., STEFANINI, A. (2007), “From Alma-Ata to the Global Fund: the  history of international health policy”, Rev.Bras. Saúde Matern.Infant. 7(4), pp.479- 486. 


Aula 2. 3af., 15 Junho: Bio, Necro e Tecnopolítica em Saúde 

LEVICH, Jacob, “Disrupting global health: the Gattes Foundation and the vaccine  business” em Routledge Handbook on the Politics of Global Health, 2019, pp.207-218. 

Global Health Watch 4: an alternative world health report, Section D3 “Private sector  influence on public health policy”, 2014, pp.279-287.  

CLARK, J., McGOEY, L. (2016), “The black box warning on philanthrocapitalism”,  The Lancet 388(10059), pp.2457-2459. 

RUCKENSTEIN, M., SCHÜLL, N. D. (2017), “The Datafication of Health”, Annual  Review of Anthropology 46(1), pp.261–278. 

ERIKSON, Susan L. (2018), “Cell phones ? self and other problems with big data  detection and containment during epidemics” Medical Anthropology Quarterly 32(3),  pp.315-339. 

Complementar: 

21o Webinar da Faculdade de Saúde Pública da USP: Bioética e Algorítimos em  COVID-19 (1h57).  Em: https://www.youtube.com/watchv=eOsY7hCjt5M&list=PLEdiqcxuUbTJ3SjXaiY jzGx13UlBOlq77&index=5 

WILSON, Kalpana (2017), “In the name of reproductive rights: race, neoliberalism and  the embodied violence of population policies”, New Formations 91, pp. 50-68. 


Aula 3. 4af., 16 Junho: Saúde Global e Política Externa 

Oslo Ministerial Declaration – Global Health: a pressing foreign policy issue of our  time. Lancet, 2007.

BUSS, Paulo e FONSECA, Luiz Eduardo (Orgs.), “Diplomacia da Saúde e Covid-19",  capítulos 4 e 22, 2020. 

LABONTÉ, Ronald, GAGNON, M.L. (2010), “Framing health and foreign policy:  lessons for global health diplomacy”, Global Health 6(14), pp.1-16. 

CORREA, Carlos (2005), “O Acordo TRIPS e o acesso a medicamentos nos países em  desenvolvimento”, SUR 2(3), pp.27-39. 

Complementar: 

LEONE, Mariana, “ISAGS em el debate del aborto seguro” em ISAGS (2019), “El buen  gobierno en salud. Miradas desde Suramérica”, pp.34-38. 

Bulletin of the World Health Organization, volume 85, number 3, March 2007. 


Aula 4. 5af., 17 Junho: Securitização e Economia Política da Saúde 

NUNES, João (2020), “A pandemia de COVID-19: securitização, crise neoliberal e a  vulnerabilização global”, Cad. Saúde Pública 36(5), pp.1-4. 

VENTURA, Deisy et al (2020), “Lessons from the Covid-19 pandemic: sustainability  is an indispensable condition of Global Health Security”, Ambiente e Sociedade 23,  pp.1-11.  

VENTURA, Deisy (2016), “Do Ebola ao Zika: as emergências internacionais e a  securitização da saúde global” Cad. Saúde Pública 32(4), pp.1-4. 

BUSS, Paulo, PELLEGRINI, Alberto (2007), “A saúde e seus determinantes sociais”,  Physis 17(1), pp.77-93. 

WHO 2013. The Economics of Social Determinants of Health. A resource book.  Executive Summary + Cap. 2 The economic argument for social determinants of health  and socially determined health inequalities, pp.13-32. 


Aula 5. 6af., 18 Junho: Estudo de caso: Epidemia de HIV/AIDS Metodologia: defesa de posicionamento em formato simulação. 

Tema: Como argumentar sobre a quebra de patente com base nas regulações  internacionais de comércio e saúde? O caso do Efavirenz no Brasil. 

Fontes: todas as fontes serão disponibilizadas no Google Drive.